Personalizar: AZUL Personalizar: CINZA Personalizar: VERMELHO
first
  
last
 
 
start
stop

Central do assinante

Lembre-me

Padre afirma que igreja deve acolher e respeitar seus fieis

PDFImprimirE-mail


“Penso que só depois de um acolhimento, sem pedras na mão, poderemos exigir um pouco mais”
Antonio Aparecido Massari

 

Movimento religioso interessante e recente pode ser observado na paróquia São Sebastião, em Itaju. Grande quantidade de fieis de toda a região participa das celebrações realizadas na cidade, especialmente às quartas-feiras, na missa da Divina Misericórdia. Na entrevista, o padre Antonio Aparecido Massari, de 42 anos, afirma que o acolhimento com carinho é o que justifica a procura pela paróquia.  “O povo precisa ser amado, talvez esse seja o motivo da boa participação da região”, diz. Ele nasceu em Matão, estudou Filosofia no Seminário Diocesano de São Carlos e Teologia na Puc em Campinas. É formado pela Osib em São Paulo.  Atuou como padre em Américo Brasiliense, na paróquia Nossa Senhora de Guadalupe em São Carlos, professor no Sistema Anglo de Ensino em São Carlos, diretor espiritual do colégio São Carlos, reitor do Seminário Menor de Araraquara, vigário paroquial da Paróquia de São Bento em Araraquara, pároco da Paróquia São José em Matão, pároco da Paróquia de São Pedro e São Paulo em Jaú. Está em Itaju pela segunda vez, a pedido do bispo, desde o dia 17 de setembro de 2011.


Jornal Candeia - A que o senhor atribui os bons resultados conquistados pela paróquia São Sebastião?

Toninho Massari - Nosso povo está sofrendo e procurando ajuda. Se a Igreja acolhe com carinho, o povo permanece, por isso, o grande volume de gente de Itaju e região. A paróquia de Itaju não é grande em quantidade de pessoas, mas é rica em qualidade, e tem muito trabalho por aqui, estamos em tempo de reconstrução da vida espiritual e pastoral do nosso povo.


Jornal Candeia - Como são as missas celebradas às quartas-feiras? O que acredita que atrai a grande quantidade de fieis?

Toninho Massari - As missas da Divina Misericórdia que acontecem às quartas-feiras são de profunda misericórdia para com todos aqueles que o mundo não quer olhar com amor e respeito. É a dor, a perda, o casamento que não deu certo, as drogas, vícios, depressão, rejeição e tantas outras coisas que o mundo não quer falar. É uma missa muito alegre, orante e profundamente acolhedora. O povo precisa ser amado, talvez esse seja o motivo de boa participação da região. A comunidade de Bariri participa com fervor, assim como outras cidades da região, e ajuda bastante no ministério de intercessão.


Jornal Candeia - Podemos afirmar que faz parte do movimento carismático da igreja católica?

Toninho Massari - Tenho a espiritualidade do movimento carismático, pois cresci no meio de tudo isso em Matão, mas estou aberto a tudo que existe na Igreja, não sou preso a nenhum movimento. Obedeço a Igreja e faço o que ela me pede.


Jornal Candeia - Acredita que a preocupação em fortalecer a fé é algo presente na sociedade ou tem sido deixada de lado?

Toninho Massari - O que preocupa é a falta de compromisso sério com a Igreja no serviço comprometido, mas não dá para cobrar nada de ninguém, se eles não têm para dar nada. Eles estão à procura de acolhimento e respeito, não estão à procura de juízes que jogam na cara deles as suas misérias. Penso que só depois de um acolhimento sem pedras na mão, poderemos exigir um pouco mais. A igreja tem procurado acolher a todos e esta é uma preocupação da CNBB e do nosso Bispo Diocesano.

CONFIRA A ENTREVISTA COMPLETA NO JORNAL CANDEIA (Impresso)

Busca

Publicidade